Soluções da BalintEdu beneficiam empresas, profissionais e famílias

Por ACI: 02/07/2026

Profissionais, empresas e instituições beneficiam-se das soluções de cuidado social e escuta, educação corporativa e cultura, território e desenvolvimento social da BalintEdu, que foram apresentadas pelo diretor da empresa, Rodrigo Ourives, na reunião mensal do Comitê de Educação e Cultura da ACI nesta quinta-feira, 02, coordenada pela vice-presidente Cristine Schneider da Rocha.

Uma das matrizes é o grupo Balint, que são profissionais que cuidam de pessoas, como médicos e professores, por exemplo, que se reúnem quinzenalmente, de forma online, para dar sustentação aos seus integrantes. “Não é um grupo terapêutico, nem uma palestra. É uma atividade que utiliza softwares e métricas para elaboração de um mapeamento e ajudar pessoas a resolver questões relacionados à sua atividade profissional”, disse Ourives.

O método é baseado no trabalho de Michel e Enid Balint, que, na década de 1950, iniciaram seminários com médicos para compreender o aspecto psicológico da prática clínica. O centro não era o protocolo, mas a relação profissional-pessoa e seus efeitos no cuidado.

Outra atividade apresentada é a de educação corporativa, prontidão e treinamento e desenvolvimento, já utilizada pela CMPC, em Guaíba, entre outras empresas. Trata-se de um modelo de mensuração da aprendizagem dos colaboradores que identifica o impacto no trabalho e auxilia na decisão executiva. A empresa desenvolve o processo Método Vivo, que promove a formação de todos os operadores de risco que vão atuar na nova unidade em Barra do Ribeiro, com previsão de início de operação no segundo semestre de 2029.   

Além da CMPC, a BalintEdu também assessora empresas em Campo Bom e, em Novo Hamburgo, auxilia uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que vai atuar na formação de crianças em situação de vulnerabilidade social e dar apoio às respectivas famílias.

Mudanças na formação de condutores

Também foram tema da reunião mensal as mudanças no processo de formação de condutores e emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O diretor-geral do CFC Valderez em Novo Hamburgo, Robson Miranda, disse que a Resolução 1020/2025 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) reduziu de 20h para apenas 2h a prática obrigatória e extinguiu a parte teórica, permitindo a orientação de instrutor autônomo e a utilização de veículo próprio ou do instrutor.

“O impacto da mudança é real. Antes, havia uma trilha padronizada, conteúdo estruturado e avaliação técnica progressiva. Hoje, há liberdade sem bússola, a decisão é individual, o currículo mínimo não é garantido e o risco é autopercebido”, explicou.

Conforme Miranda, a crítica não é contra a modernização. É contra confundir simplificação com formação. “Formar condutor não é ensinar alguém a passar numa prova. É preparar alguém para tomar decisões sob risco, em via pública, cercado de outras vidas”, enfatizou. Conforme o dirigente do CFC Valderez, acidentes de trânsito são a principal causa de morte de crianças e jovens (5 a 29 anos), com cerca de 40 mil casos a cada ano no Brasil.

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